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25/05

Por: Editor Brastemp

Na: Sexta-feira

Flores trazem inspiração para sua casa

Flores são fonte inesgotável de inspiração. Suas cores, formas e aromas despertam os sentidos e trazem mais beleza ao nosso dia a dia. Já mostramos aqui como as flores inspiraram artistas de várias épocas, compartilhamos o trabalho do “engenheiro de flores” holandês Andreas Verheijen e o João Armentano nos deu exemplos de como usar padrões florais na decoração.


Na casa as flores são mais que um objeto de decoração. Elas trazem vida, cheiros. Mostram que a pessoa tem cuidado e carinho pelo espaço. “Para mim, a casa tem que ter flores sempre. Elas trazem harmonia, alegria, é um hábito que todos devem adotar”, afirma a Flower Designer Andrea Saladini.


Ela diz que para integrar harmoniosamente as flores na decoração da casa é preciso antes de tudo pensar nelas como uma extensão do estilo da decoração. “Se um ambiente é mais clássico não dá pra inovar muito, e vice-versa. Mas se a decoração tiver um mix de estilos, todo tipo de flor cai bem. Aí o importante é caprichar nos vasos e arranjos”, recomenda a designer.


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Andrea explica que no Brasil há uma oferta limitada de flores decorativas, adaptadas ao nosso clima, mas para driblar essa limitação e não enjoar é preciso ser criativo nos arranjos. “Para deixar uma orquídea branca comprada no supermercado diferente, que tal colocá-la num bowl de vidro bem grande e enfeitar com suculentas galhos e cascas de árvore secas? É uma alternativa fácil, barata, atemporal e que dura bastante”, recomenda. Mas é preciso ter atenção na hora de regar. “Essa orquídea precisa de umidade, mas não pode colocar muita água, é necessário apenas borrifar água nas pétalas e ela absorve a umidade”, explica.


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Para ambientes mais despojados e modernos, Andrea gosta de usar flores tropicais. “Aqui temos um móvel mais clássico num ambiente moderno. Então podemos trazer o contraste de uma flor tropical com suas folhagens e o vaso preto. Este tipo de flor traz um ar de maior despojamento que a orquídea, e dura tranquilamente 15 dias”, conta Andrea.


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Mas em ambientes mais clássicos a orquídea cai perfeitamente. “Esta orquídea é da espécie Denpharen, e sua cor ajuda a aquecer o ambiente, por isso é perfeita para o inverno, e se integra harmoniosamente neste ambiente que mescla o clássico e o moderno”, mostra.


Estas são só algumas opções para você levar mais cor e alegria à sua casa com as flores, mas deixe a imaginação criar asas! O importante é ter sempre uma florzinha fresca em casa. E para aquela rosa ou flores silvestres que você ganhou de presente durarem mais num recipiente com água, a flower designer tem uma dica infalível: “Quando você chegar em casa com a flor é preciso cortar a pontinha do caule, para ele puxar a água e manter a flor fresca e bonita. Tem prestar atenção para não colocar muita água, pois ela pode apodrecer o caule, e trocar a água todo dia. Não é preciso colocar nenhum tipo de aditivo só a água fresca mantém a flor bonita”, explica.


Se vocês não tem esse hábito de manter flores em casa, está na hora de começar! E para quem já costuma enfeitar seu lar com elas, a gente pergunta? Como vocês faz os arranjos? Que tipos de flores vocês mais gostam e por que? Compartilhem sua inspiração conosco nos comentários para deixar nossa vida ainda mais assiiim… uma Brastemp! =)


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14/03

Por: Editor Brastemp

Na: Quarta-feira

Mobilidade inspiradora

A mobilidade urbana é uma das questões mais importantes que as grandes cidades enfrentam. Vimos como esse problema é grave na semana passada, em São Paulo, com a greve dos caminhoneiros contra a restrição da circulação de caminhões na Marginal Tietê, que provocou desabastecimento nos postos de combustível e mostrou o quanto ainda somos dependentes dos automóveis para nossos deslocamentos diários.


Já mostramos aqui algumas formas inovadoras para melhorar o trânsito nas grandes cidades, como o projeto Cidades para Pessoas e o exemplo de Copenhagen, na Dinamarca, que tirou os carros e abriu as ruas para as bicicletas.


A boa notícia é que não param de surgir novas ideias inteligentes para melhorar a mobilidade urbana nas grandes cidades. Já mostramos aqui o site de caronas Caronetas e aplicativos para smartphones que facilitam sua vida ao volante. E descobrimos mais uma invenção genial e super inspiradora para se deslocar pela cidade de um jeito divertido e sem prejudicar o meio ambiente!


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É o Spnkix, espécie de patins motorizados elétricos inventados pelo designer americano Peter Treadway. Você só precisa atar os patins aos seus sapatos e sair por aí. O Spnkix chega a 10 milhas por hora (cerca de 16 km/h) e as baterias tem autonomia para andar até três milhas (cerca de 5 quilômetros). O inovador produto já está a venda nos Estados Unidos e custa US$ 649.


O alcance do Spnkix ainda é limitado, mas seu inventor acredita que os patins motorizados são o início de uma nova era para o transporte individual nas grandes cidades. “Sapatos motorizados são possíveis, graças aos smartphones, laptops e carrinhos motorizados. A tecnologia que vai neles é hoje pequena o suficiente para caber num par de sapatos, e você dar uma volta”, diz ele no vídeo de apresentação do produto. Veja o vídeo, que mostra o processo de desenvolvimento dos patins:


Vocês comprariam o Spnkix? Acham que esse tipo de invenção ajudaria nos deslocamentos dentro da cidade? Nós esperamos que essas e outras soluções inspiradoras para melhorar o trânsito continuem surgindo e no futuro nossas cidades sejam menos dependentes do carro e da gasolina! Inspire-se.


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13/03

Por: João Armentano

Na: Terça-feira

Co-bo-gós! Vale a pena ver de novo…


A minha curiosidade se estende para todos os âmbitos. Sou do tipo que, se vejo uma palavrinha diferente sequer, já saio fazendo uma busca para descobrir tudo sobre ela, inclusive a sua origem. Foi exatamente dessa forma que me familiarizei com os famosos Cobogós.


Se essa palavra lhe parece estranha e você não faz a menor ideia do que seja, acalme-se, porque só não vou te contar tudo que sei sobre eles, como também vou ilustrar.


Aliás, essa é a ideia para os próximos posts, trazer à tona clássicos, tão comentados e usados na arquitetura e decoração, e que na maioria das vezes, apesar de falarem tanto sobre eles, não se tem a menor ideia do conceito, origem, e de seus precursores. Então considere os Cobogós apenas uma entradinha do que está por vir, pois a minha ideia é servir uma verdadeira sopa de letrinhas para alimentar vocês com informações substanciosas.



A palavra Cobogós, por exemplo, é resultado da soma das iniciais do sobrenome dos inventores: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis.


Esses três engenheiros brasileiríssimos, se inspiraram nas tramas vazadas de madeira, chamadas de muxarabiês pela arquitetura moura, para criar uma peça muito comum da arquitetura nas décadas de 50 e 60. Feitos de cerâmica ou cimento, com a função semelhante de dar privacidade ao interior das casas, sem comprometer a luminosidade, ventilação e nem a visão do mundo exterior, os cabogós foram por isso conhecidos também como elementos vazados.


Tente puxar na memória os blocos que decoravam as paredes ou muros das casas das vovós.


Lembrou? Hoje, no entanto, esses elementos deixaram de embelezar as fachadas e migraram para dentro de casa, tomando formas inusitadas, graças à sua versatilidade.


É por isso que nós arquitetos, muitas vezes lançamos mão de ícones do passado para lançar tendências e atualizar a decoração da casa com elementos práticos e usuais.


Seja na hora de juntar ambientes sem perder a parede entre os dois, iluminar sem perder o charme, separar e unir ao mesmo tempo, decorar e dar algum uso como estante, porta trecos e adega ou simplesmente usá-lo como um papel de parede em alto relevo, os Cobogós entram com tudo na decoração atual, pois seus diferentes formatos permitem combinar com diferentes estilos de decoração.


Sugiro que você dê uma olhada detalhada em todas as imagens que selecionei cuidadosamente. Inspire-se antes de pensar em utilizar os elementos vazados em sua casa em releituras supercontemporâneas.


Não deixem de provar as novidades da próxima semana! Até lá…



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05/03

Por: Pedro Tourinho

Na: Segunda-feira

Internet e Privacidade

Nesta última semana, o Google mudou seus termos de privacidade, que rege a forma com que eles lidam com toda informação que geramos ao fazer buscas, assistir vídeos no YouTube, postar coisas no Google+, etc.


Aqui está o comunicado do Google sobre o assunto.


Isso tudo movimentou muito a rede nesses dias, com posts alarmantes e informativos, orientando internautas a reverem suas configurações, apagarem seu histórico e protegerem-se em relação ao futuro.


Muitas instituições, como a UE, a OAB e até mesmo o Congresso Nacional, preparam ações para questionar o Google quanto à mudança unilateral dessas regras e no impacto na vida dos usuários.


No fundo, todos precisam saber o seguinte: o Google, assim como Facebook e Twitter, vivem das informações que nós geramos ao navegar em suas páginas. Não só o fluxo de acesso, mas também a inteligência gerada com as informações retiradas desse fluxo, são comercializadas com marcas de todo o mundo.


Isso não é novidade, e essas ferramentas já surgiram partindo dessa premissa.


Se o registro dessas informações por um lado facilitam nossa navegação, por outro lado podem expor desnecessariamente  informações sobre nossa vida pessoal. Um exemplo simples: se o sujeito está navegando em páginas de empresas de recrutamento, isso pode significar que ele está insatisfeito com seu emprego. Mas as possibilidades de exposição são infinitas.


O que podemos fazer? Nos proteger.


E o Google nos dá essa possibilidade de forma bem simples. Basta fazer login na sua conta, entrar na página, solicitar para “Remover todo seu histórico da Web” e confirmar a operação. Desta forma, em tese, você estará livre do Big Brother Google.


É isso! Queria deixar essa dica para vocês!


Boa semana a todos!!


@PedroTourinho


Crédito da foto: ©2011-2012 ~ktk86


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21/02

Por: João Armentano

Na: Terça-feira

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz!


Apesar da origem do Carnaval brasileiro ser totalmente européia, essa festa ainda é considerada uma das maiores manifestações culturais do povo brasileiro. Tem Carnaval que é de rua, tem carnaval que é de cordão. Tem Carnaval que é de orquestra, tem Carnaval que é de trio elétrico. Tem Carnaval que é de amigos, tem Carnaval que é de multidão. Você pode até não concordar comigo, mas esses momentos divididos coletivamente parecem garantir uma espécie de anonimato, que permite à maioria ser, pensar ou fazer o que deseja, sem medo de ser feliz. Ouço muitas críticas do Carnaval, mas isso não impede que eu repita, a festa é bonita, é bonita e é bonita!



E é exatamente a diversidade cultural desse país que diverte e inspira o Carnaval do Brasil. Não importa se é ao ritmo do frevo, do maracatu, do caboclinho, da ciranda, do pastoril profano, do samba, do manguebeat, do afoxé, do axé, marchinhas ou samba enredo, o importante, principalmente por esses dias, é ser feliz. E disso o provo brasileiro entende. Parece nato a intensidade festiva, na qual tudo passa ser motivo para comemorar. O povo brasileiro sabe receber como ninguém. Transmitem alegria através das fantasias, das cores, das formas, das texturas e até dos sabores entram na fantasia. Mesmo quem não curte uma folia, mesmo que à moda antiga, pode criar o seu Carnaval particular.



De um baile de máscaras, passando por uma festa à fantasia, a um encontro intimista com roupas coloridas, o Carnaval é o tema perfeito para fantasiar e festejar. As cores, plumas, espumas, confetes, máscaras, maracas, cornetas, fitas metalizadas e serpentinas, jarras, copos, mexedores, pegadores, quitutes e bebidas decoradas fazem parte dessa divertida comemoração.  Se a festa rolar em um ambiente fechado, grude no teto serpentinas coloridas e pendure algumas máscaras, que você pode fazer em casa. Não deixe de jogar confetes no chão! Já no jardim da casa, você pode isolar um espaço para a brincadeira com ajuda de serpentinas. Os pufes coloridos espalhados no quintal formam lounges que, dependendo da criatividade, podem estar repletos de atrações decoradas com os mesmos motivos do salão. Confira as dicas! Mas vou deixá-los agora, não me levem a mal, pois é Carnaval!






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16/02

Por: Helio de La Pena

Na: Quinta-feira

Vá de Bike!

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O verão do Rio tem proporcionado dias incríveis, céu azul, praias lotadas, por do sol digno de aplausos. Não dá ânimo entrar num carro e ficar mofando num engarrafamento. Muitas vezes é inevitável, mas sempre que possível procuro trocar o automóvel pela bike. Se a distância não for absurda, o trajeto plano e, de preferência com ciclovias, não tenho dúvida. Vejo a cara de inveja dos motoristas quando passo por eles. Fico convencido da escolha quando a fila de carros que se arrastam no asfalto se estende por quilômetros.


Durante o dia o calor torna a pedalada cansativa e suarenta, mas de manhã cedo e no fim da tarde não tem transporte melhor. Pouca gente acredita que esteja indo ou voltando do trabalho. A bicicleta reúne uma série de aspectos positivos. A primeira é estar na rua vendo o movimento, podendo olhar pro lados, distraído, ouvir trechos de fofocas, xavecos e bate-bocas. E, na orla, ainda admirar a paisagem – aquela garota deixando a areia de shortinho jeans marcado pelo biquíni molhado.


Deveríamos ter mais vias para as bikes, que não poluem e mantêm a forma física dos seus adeptos. A economia de combustível poderia ser significativa e o mau humor do trânsito perderia o sentido. Seria interessante que os locais de trabalho tivessem estacionamento para as magrelas – e um vestiário com chuveiro para não entrarmos pingando numa reunião.


Outra vantagem: o chope da happy hour é sem susto – ainda não tem lei seca pra ciclistas. Sem falar na segurança: até hoje não houve registros de bueiros explodindo, bondes descarrilando ou prédios desabando sobre uma ciclovia…


Verifique as condições do tempo. Saia com um pouco mais de antecedência. Troque meia hora de esteira por uma pedalada ao ar livre. E não passe perrengue tentando arrumar uma vaga pra sua banheira de gasolina.


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