06/10
Por: Sarah Oliveira
Na: Quarta-feira
Hoje, quando me sentei para escrever, reli meu último post e lembrei algo que me fez sorrir – sei que ainda vou falar muito de música por aqui.
Tem coisa melhor do que observar uma criança curtindo muito o que está ouvindo e descobrindo novos sons? Eu ainda não tenho filhos, mas tenho afilhados e sobrinhos e o setlist todo pronto na minha cabeça. Meu filho ou filha vai “ter que” ouvir Chico Buarque, Beatles, Lenine, Flaming Lips, REM, Céu… Claro que se ele ou ela não gostar de algum desses eu ainda terei outras opções incríveis! (risos)
Outro dia a filha de um amigão meu, que é baixista, disse a ele: “Pai, hoje eu passei a manhã inteira ouvindo esse disco aqui (Abbey Road, clássico dos Beatles) e a música de que eu mais gostei é essa aqui (Octupus’s Garden). Mas não é o Paul e nem o John quem canta, tenho certeza!”
E meu amigo respondeu, todo feliz: “Tá certa. É o Ringo, Clara…”
Ah… se fosse minha filha, acho que eu morreria de orgulho. Para finalizar ainda teve o charme de perguntar: “Pai, música é instrumento pra marcar o tempo?” E ele respondeu: “Só se for ruim, filha, porque música boa dura pra sempre.” Ela, obviamente, como toda criança esperta, disparou: “E como mede o ‘pra sempre’, pai?”
Êita! As crianças falam coisas simbólicas sem ter noção! Isso é inspirador, mesmo.







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