Senac São Paulo realiza seminário gratuito sobre educação e diversidade cultural

O evento contará com a presença da cineasta Tizuka Yamasaki e pesquisadores para discutir sobre cotas no sistema educacional, respeito às diferenças culturais e outros assuntos relacionados ao tema.

O Brasil é conhecido por sua diversidade étnica, religiosa e cultural. A história da formação da população é marcada pela miscigenação de três raças: índios, brancos e negros. Com esse cenário existem inúmeras discussões e movimentos sobre como respeitar as diferenças pluriétnicas e pluriculturais no país. Para debater esses temas e estabelecer um canal de aperfeiçoamento técnico e profissional das pessoas, o Senac São Paulo promove o seminário gratuito Educação para a diversidade cultural, dia 25 de novembro, em São Paulo.

O seminário é indicado para educadores de escolas públicas e privadas e organizações sociais e será realizado em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura; do CONSCRE – Conselho das Comunidades de Raízes e Cultura Estrangeiras.

Entre os destaques do evento está a oficina conduzida pela cineasta Tizuka Yamasaki, que ilustrará sua exposição com o filme Gaijin: somos nossas lembranças, que aborda a saga de descendentes de imigrantes japoneses que se miscigenam e buscam sua identidade no Brasil.

Representando o poder público, Sebastião Arcanjo, membro da Assembléia Legislativa, realizará palestra sobre um assunto muito discutido atualmente: Cotas e educação para a diversidade. O seminário contará também com painéis de discussões e palestras proferidas por especialistas e estudiosos, entre eles Jayme Pinsky, professor da Unicamp; Gila Fregonesi, diretora da Graded School e Sidney Antônio da Silva, antropólogo.

Durante as oficinas do evento, Cristina Zauhy, da Palas Athena, e Antonio Macedo, da Secretaria Estadual de Cultura falarão sobre diálogo, respeito e a diversidade cultural na cidade de São Paulo.

Para participar do Educação para a diversidade cultural, os interessados podem se inscrever, gratuitamente, pelo telefone (11) 6647.5151 ou no e-mail ctg@sp.senac.br.

Programação

Primeiro Painel – 9h30min

Cidadania e diversidade cultural: formas de integração

Jayme Pinsky, Professor Unicamp

Cotas e educação para a diversidade

Sebastião Arcanjo (Assembléia Legislativa de São Paulo)

Segundo Painel – 11h15min

O trabalho escravo e a lei de estrangeiros

Sidney Antonio da Silva, Antropólogo

Gaijin: somos nossas lembranças (discussão dos filmes Gaijin 1 e 2)

Tisuka Yamazaki (Cineasta, diretora e produtora)

Oficinas Simultâneas – 13h30min

Educação: privilégio, direito e responsabilidade social

Gila Fregonesi, Diretora pedagógica da Escola Graduada de São Paulo (Graded School)

O diálogo, base do conhecimento e do respeito à diversidade

Cristina Zauhy (Palas Athena)

A pluralidade cultural paulista

Antônio Macedo (Secretaria Estadual de Cultura)

Serviço

Seminário Educação para a diversidade cultural

Data: 25 de novembro de 2004

Horário: das 08h30 às 17 horas

Local: Auditório da Sede do Senac São Paulo (Rua Dr. Vila Nova, 228, térreo, salão nobre, Vila Buarque)

Entrada gratuita

Informações: (11) 6647-5151 ou pelo site www.sp.senac.br/terceirosetor

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Semana Circulando discute uso de espaços alternativos para educação

Discutir a possibilidade de utilização de espaços alternativos para a educação além da sala de aula, será o tema central da Semana Circulando Educação – Espaço de Construção do Conhecimento, que acontece de 18 a 21 de novembro no Parque Escola, em Santo André. As inscrições podem ser feitas até dia 11 deste mês.

O tema será abordado por meio de programação composta por oficinas, feira de livros, música, teatro e palestras como a de Tião Rocha, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), que falará sobre educação popular.

Rocha é criador do Bornal de Jogos (sacolas com jogos educativos) e do projeto A Escola Debaixo do Pé de Manga, que deu origem ao Sementinha, responsável pelo atendimento a cerca de 200 crianças com idade entre 4 e 6 anos que ficaram fora do sistema tradicional de ensino. As atividades acontecem em espaços cedidos pela comunidade.

A Semana Circulando Educação pretende atingir professores da rede municipal, estadual e particular, bem como estudantes e comunidade em geral. Os interessados podem ligar para os telefones (11) 4438.5008, 4990.6914 e 4994.7651 (para todos, ramal 25).

Palestras

18/11 (auditório)

  • 13h30min: O lixo que o computador gera – Dalton Martins, da ONG Metareciclagem
  • 15h30min: Projeto Mala da Historia – Ronnie Corazza, do Projeto Sementinha
  • 18h: Línguas Tupi – Eduardo Navarro, da UNIABC

19/11 (auditório)

9h: Arte na Educação – Ana Angélica Albano, da UNICAMP

  • 13h30min: Ações de Educação Ambiental no Âmbito da Escola – Julia Silva, bióloga
  • 15h30min: Educação Popular – Tião Rocha, do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD)
  • 18h: Brincando e que se aprende – Gisely Souza, da Organização para o Desenvolvimento de Educação e Cidadania (ODEC)

20/11 (auditório)

  • 10h: O educar sob o olhar de Paulo Freire – Cleusa Repulho, da Secretaria de Educação de Santo André
  • 13h30min: Educação Ambiental – Katia Abade, da UNIA
  • 15h30min: O não-lugar da formação de professores – Marcos Vilella, diretor do Departamento de Educação Infantil e Fundamental da Secretaria Municipal de Educação de Santo André

21/11 – (no auditório)

  • 10h: Inclusão na Educação – Ester Azevedo, da Associação Brasileira de Apoio Educacional ao Deficiente (ABAED) e Maraligia da Silva – Centro de Atenção e Desenvolvimento Educacional (CADE)
  • 14h: Movimento da Aliança pela Infância no Brasil e no mundo, representantes da Associação Monte Azul

Programação Cultural

18/11

  • 10h às 15h: Contação de História, com Arlete Ferreira e educadoras do Projeto Sementinha.
  • 19h: Madrigal da Emia (apresentação musical) – Regencia Elaine Marin

19/11

  • 10h às 16h: Zé conta sua versão de Romeu e Julieta, com Ronnie Corazza
  • 19h30min: Distúrbios com direção de Fernando Faria

20/11

  • 16h: Sob a Luz do Luar, com direção de Fabio Farias e Vivian Maria
  • 19h30min: Infância, com direção de Antonio Correa Neto

21/11

  • 10h: Sonhos de uma Noite de Verão (cenas do espetáculo), com direção de Solange Dias.
  • 16h: O Burguês Fidalgo (pré-estréia), com direção de Ronnie Corazza.

Oficinas

18/11

  • 9h: Cerâmica (introdução à cerâmica usando a modelagem manual), com Renata Lemos (20 vagas)
  • 9h e às 19h: Alimentação e Qualidade de Vida (histórico da alimentação, funções dos alimentos, alimentação saudável, necessidade nutricional e pirâmide alimentar), com Alessandra Sarto, Nutricionista (20 vagas).
  • 10h: Dobradura e recorte em papel (cartões e livros em 3D e arte de ensinar dobradura por meio de historias), com Gláucia Lombardi, arte educadora e autora da coleção Brincando com dobraduras.
  • 13h: Fazendo Arte (atividades artísticas e recreativas para crianças), com Gláucia Lombardi, arte educadora (20 vagas).
  • 14h: Aprendendo a Jogar Xadrez (aprendendo os movimentos e noções básicas do jogo de xadrez), com Rogério Pitarelli, da Equipe Parque Escola
  • Biodanza – (proporciona uma vivencia integradora, para que as pessoas possam restabelecer seu equilíbrio a partir do lúdico, movimento – emocao, relaxamento, respiracao – e do sentir), com Alexandra de Nicola (20 vagas)
  • 15h: Killing (arte de cortar e enrolar o papel e fazer cartões com formas variadas), com educadoras do Projeto Sementinha.
  • 18h: Brincando que se aprende (o jogo e o brincar estão diretamente ligados ao prazer e auxiliam na formação de grupos sociais, ou seja, o brincar e um fato social e fruto de integração), com Gisely Souza, professora de Educação Física.

19/11

  • 9h: Biodanza
  • 10h: Sucata e Pintura (Idéias de como utilizar materiais artísticos na escola), com Gláucia Lombardi, arte educadora (20 vagas).
  • 10h e 15h: Contação de Histórias (construir historias por meio de brincadeiras, jogos teatrais, musicas e dança), com Arlete Ferreira, arte educadora (20 vagas).
  • 13h: Dobradura e recorte em papel (cartões e livros em 3D e arte de ensinar dobradura por meio de historia), com Gláucia Lombardi (20 vagas).
  • 13h: Metainclusão Digital (reciclando computadores utilizando software livre), com Dalton Lopes Martins (20 vagas)
  • 14h: Alimentação e Qualidade de Vida (histórico da alimentação, funções dos alimentos, alimentação saudável, necessidade nutricional e pirâmide alimentar), com Alessandra Sarto, nutricionista (20 vagas).
  • 14h: Workshop de foto da lata (captação de Imagens PB com uma simples lata), com Edson Baesa, arte educador da EMIA (20 vagas, a partir de 10 anos).
  • 14h: Papel Artesanal – Porta retrato ( confecção do papel a partir de aparas e fibras vegetais e construção do objeto), com Fátima Daminato, arte educadora do Parque Escola (20 vagas).
  • 18h: Terrário (pequeno jardim fechado e auto-suficiente funcionando como um microecossistema), com a equipe Parque Escola (20 vagas).
  • 18h: Killing (arte de cortar e enrolar o papel e fazer cartões com formas variadas), com educadoras do projeto Sementinha.

Dia 20/11

  • 9h: Libras (prática de Língua Brasileira de Sinais), com Flaviana Borges da Silva, pedagoga (20 vagas)
  • 9h: O Brincar na Cultura Popular Brasileira (resgatar, valorizar e divulgar a atividade lúdica como um importante elemento da cultura popular brasileira para melhorar as relações entre educadores, educandos e familiares), com educadores parceiros do brincar (20 vagas).
  • 9h e 13h: Dança Circular Sagrada (usada para resgatar tradições antigas, como também para a harmonização individual e grupal), com Fernando de Vicenza, psicólogo (20 vagas).
  • 9h: Papel Artesanal – Porta retrato (confecção do papel a partir de aparas e fibras vegetais e construção do objeto), com Fátima Daminato, arte educadora do Parque Escola (20 vagas).
  • 14h e 16h: Brincando com a palavra (perder o medo do papel em branco e descobrir a subjetividade da palavra) , com Chico Lu, da EMIA (20 vagas em cada horário – o primeiro horário é para crianças de 8 a 12 anos e o segundo para adolescentes a partir dos 13 anos).
  • 15h30min: Biodanza
  • 18h: Aprendendo a Jogar Xadrez (Aprendendo os movimentos e noções básicas do jogo de xadrez), com Rogério Pitarelli, da equipe Parque Escola (10 vagas).
  • 18h: Killing (arte de cortar e enrolar o papel e fazer cartões com formas variadas), com Educadoras do projeto Sementinha

Dia 21/11

  • 9h: Criatividade, vida e educação: os caminhos da natureza (estimular a reflexão e a ação que levem a uma transformação de valores diante da vida, valorizando a natureza), com Valter Silva, pedagogo (20 vagas)
  • 9h: Aprendendo a Jogar Xadrez (Aprendendo os movimentos e noções básicas do jogo de xadrez), com Rogério Pitarelli, da equipe Parque Escola (10 vagas).
  • 9h: O brincar na cultura popular brasileira (resgatar, valorizar e divulgar a atividade lúdica como um importante elemento da cultura popular brasileira para melhorar as relações entre educadores, educandos e familiares), com educadores parceiros do brincar (20 vagas).
  • 14h: Percussão (técnicas de instrumentos variados de uso popular, priorizando ritmos brasileiros) (12 vagas em cada horário – o primeiro horário é para crianças de 8 a 12 anos e o segundo para adolescentes a partir dos 13 anos).

Bornal de Jogos (construção de jogos que auxiliam na aprendizagem das crianças), com a equipe CPCD

Excepcionalmente, esta oficina será realizada em três períodos, com três turmas diferentes: Dias 17, 18, 19, 20 e 21 (8h, 13h e 18h – nos dias 20 e 21 o horário das 18h será substituído pelo das 20h).

O Parque Escola fica na rua Anacleto Popote, 46, Valparaíso, Santo André, SP.

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

São Paulo recebe exposição “Pergaminhos do Mar Morto: um legado para a humanidade”

A exposição Pergaminhos do Mar Morto: um legado para a humanidade chegou à Estação Pinacoteca, em São Paulo, em 26 de novembro. Os pergaminhos são considerados uma das mais sensacionais descobertas arqueológicas do século XX. Eles são as escrituras mais antigas já descobertas da Bíblia do Velho Testamento e mostram que os textos lidos hoje já estavam escritos há dois mil anos atrás. Além de interesse arqueológico e histórico, a exposição possui forte interesse cultural, religioso e educacional.

Junto aos preciosos fragmentos originais dos Pergaminhos do Mar Morto serão apresentados 77 artefatos arqueológicos. É a primeira vez que esse acervo está sendo apresentado na América Latina. Na escala inicial no Brasil, no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, a Exposição foi vista por mais de 150 mil visitantes em dois meses. Foi um dos maiores públicos que o museu já recebeu e a espera na fila chegava a duas horas nos dias de maior procura. Vale citar que o público era o mais heterogêneo possível, com pessoas de todas as idades, credos, profissões e classes sociais, incluindo pessoas que nunca haviam estado em museus anteriormente.

Os objetos e pergaminhos datam de cerca de dois mil anos, sendo, portanto contemporâneos a Jesus. Essa foi uma época de acontecimentos cruciais na cristalização de duas importantes religiões monoteístas, Judaísmo e Cristianismo. Eles foram encontrados casualmente por beduínos, nas cavernas de Qumram, próximo ao Mar Morto, em Israel, em 1947. Algumas peças serão expostas em vitrines climatizadas individualmente, devido à sua fragilidade. Entre as escrituras, destaca-se a mais antiga Bíblia do Velho Testamento já encontrada e vários textos sobre a vida comunitária dos Essênios, uma seita que se isolou nas proximidades do Mar Morto e cujas práticas foram absorvidas pelo nascente Cristianismo.

Diversas polêmicas acompanharam a descoberta dos Pergaminhos do Mar Morto

Como eles teriam sobrevivido por dois milênios? Seriam verdadeiros e realmente tão antigos? Quem os teria escrito? Teriam sidos os habitantes de Qumran ou teriam sido trazidos de alguma biblioteca de Jerusalém? Quem habitava Qumran? Seriam os Essênios? Quem eram eles? Por que os Essênios teriam escolhido esse lugar tão remoto e de clima tão severo para viver? Qual era o relacionamento entre os Essênios e o Judaísmo da época? Qual era o relacionamento dos Essênios com a pregação de Jesus? Teria Jesus vivido entre os Essênios? Teria sido Jesus um Essênio? E quanto a João Batista? Seriam os Essênios os primeiros cristãos? Ou seriam uma ponte entre Judaísmo e o Cristianismo? Existiam textos não-oficiais considerados sagrados e tradições bíblicas paralelas à canônica? Por que os pergaminhos foram escondidos em cavernas? Várias dessas perguntas ainda não foram respondidas.

Após o início dos estudos pelos especialistas, nos primeiros anos após a descoberta, a demora na publicação dos seus textos e informações resultou em diversas teorias conspiratórias. A principal delas dizia que o Vaticano não queria liberar os textos dos pergaminhos, pois eles poderiam trazer à tona fatos novos em relação a Jesus e à criação do Cristianismo. Ou seja, eles poderiam mostrar que a história não aconteceu como é contada e que as palavras e motivações de Jesus poderiam ser diferentes da versão oficial. Hoje, 57 anos depois da descoberta, pode-se dizer que esses temores eram infundados. Comprovou-se, por exemplo, que não existe nenhuma citação a Jesus nos textos decifrados.

Além dos pergaminhos e objetos, haverá ainda itens adicionais que buscarão aumentar o entendimento do visitante sobre a época e o local, incluindo filmes, mapas, painéis e elementos interativos, além de atividades para escolas e um programa educacional que incluirá seminários, palestras e debates com estudiosos do Brasil e exterior. Também serão apresentadas Bíblias do Velho Testamento novas e antigas, comprovando que os textos lidos atualmente são os mesmos escritos nos Pergaminhos há mais de dois mil anos atrás.

Evento: Exposição Pergaminhos do Mar Morto: um legado para a humanidade

Atrações: 10 Pergaminhos (sendo três originais) e 77 objetos, todos com cerca de dois mil anos. Livros Essênios: Calendário, Regras da Comunidade e Salmos Sectários. Livros Bíblicos: Gênesis, Êxodos, Deuteronômio, Levítico, Salmos, Isaías e Filactérios.

Duração: De 26 de novembro de 2004 a 27 de fevereiro de 2005

Local: Estação Pinacoteca

Endereço: Largo General Osório, 66 (ao lado da Sala São Paulo, próximo à Estação Luz)

Horário de Funcionamento: terças a domingos, das 10h às 18h.

Preço: R$ 4,00, com entrada franca aos sábados.

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

São Paulo ganha novo museu

Será inaugurado nesta segunda-feira, dia 08/11, o Museu do Instituto Biológico na capital paulista. O Museu reúne, de forma lúdica e didática, coleção de práticas e doenças da agricultura e da pecuária, com exposições curiosas como a de um silo com a disposição correta dos grãos e das pragas possíveis e a vida de um formigueiro vista por dentro. Há salas de interatividade com microscópios para as crianças, nas quais a vida animal e vegetal poderá ser observada.

Instalado num casarão construído na década de 40 como residência de antigos diretores, o Museu passou por restauração e adaptação, e deverá ficar aberto de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 17h, com visitas agendadas e monitoradas.

Os pesquisadores do próprio Instituto tiveram a idéia de abrir o museu, devido às constantes consultas a que os seus arquivos eram submetidos por estudantes, professores de outras instituições e curiosos. “Resolvemos, então, criar um espaço único, onde o conhecimento e as coleções angariadas em quase um século de atuação de nosso Instituto pudessem ser apresentados de forma interativa, principalmente para as crianças”, afirma a diretora do Museu, Márcia Rebouças. Numa segunda fase, o Museu será ampliado com outras áreas de interatividade, inclusive no seu próprio jardim.

Para o Secretário Estadual de Agricultura e Abastecimento, Duarte Nogueira, o espaço vai mostrar também a importância que as pesquisas agrícolas na área de sanidade animal e vegetal têm para o Estado de São Paulo. “As pessoas da cidade muitas vezes não estão consciente da interferência do trabalho de um laboratório de sanidade animal e vegetal na sua saúde ou do desenvolvimento de uma nova variedade de feijão na sua alimentação. A agricultura e pecuária não são feitas somente de sucessivos recordes de produção; são também fruto de décadas de pesquisas para se alcançar níveis de excelência. O Instituto Biológico é um exemplo deste trabalho”, explica. Para ele, o ineditismo do Museu servirá como vitrine para o trabalho da própria Secretaria de Agricultura.

Na ocasião da inuaguração, será apresentado ao governo o projeto de restauração do prédio do Instituto Biológico. O prédio, que precisa de reformas também na infra-estrutura, abriga mais de 100 pesquisadores que atuam na área de sanidade, com análises laboratoriais entre as mais importantes do país. Antiga reivindicação, a própria comunidade, que vê no prédio um patrimônio da cidade e uma área verde de lazer, aposta na mobilização de todos para buscar patrocinadores para a restauração do Instituto.

O Museu do Instituto Biológico fica na rua Amancio de Carvalho, 546 – Vila Mariana – São Paulo.

Agendamento de visitas: (11) 5087.1703 ou (11) 5572.9933, ou ainda mibio@biologico.sp.gov.br.

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Programe-se para ir ao MuBE

Oficinas de Arte

Até 24 de Novembro acontece no MuBE o curso Panorama Geral da História da Arte, sob orientação da artista Marilena Monti Roberti. A Oficina será realizada às quartas-feiras, das 14h30 às 16h30. O Curso tem por objetivo fazer um estudo dos aspectos formal e técnico da criação artística desde a Pré-História até a Contemporânea, passando pela Antiguidade, Idade Média e Moderna, enfatizando os momentos mais importantes e os artistas mais significativos.

Exposição Arte e Sensibilidade

Reunir artistas de estilos diferentes, um do Oriente e o outro do Ocidente, para mostrar como a arte está sendo vista e como se mesclam nos dois lados do mundo. Com esse objetivo, os artistas Dev, da Índia, e Juan Diego Miguel, da Espanha, abriram a Exposição “Arte e Sensibilidade” no Museu Brasileiro da Escultura Marilisa Rathsam, sob a curadoria de Werner Arnhold, que vai até 2 de setembro, das 10 às 19 horas.

Museu Brasileiro da Escultura Marilisa Rathsam – MuBE

Av. Europa, 218 – Jardim Europa

Informações pelo telefone (11) 3081.8611

Observação: O local possui acesso para deficientes; ar condicionado, serviço de manobristas e restaurante.

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Planetário para crianças

CEU (Zentro dos Estudos do Universo) lança A Turma Alto Astral, um planetário todo modificado para o público infantil. Através de uma emocionante aventura, o projeto busca alertar o público infantil para a preservação do planeta.

Conscientizar e ao mesmo tempo ensinar. Este é o objetivo da Turma Alto Astral, personagens criados para alertar o público infantil da necessidade de preservação do planeta Terra. O CEU – Centro de Estudos do Universo, localizado em Brotas – SP, considerado atualmente um dos maiores complexos astronômicos do país, acaba de inovar e lançar uma sessão de planetário infantil interativa.

Voltada para crianças de 04 a 08 anos, a sessão busca suprir a falta de opções em atividades científicas para a Educação Infantil. A Turminha Alto Astral, formada por Tiji, Dudu, Nando, Borg e o gato Plix, faz uma viagem pelo Sistema Solar e as crianças vêm, com efeitos de computação gráfica, a nave e os personagens viajando entre os planetas. Por exemplo, existe um momento em que a nave cai no mar e a sala fica cheia de bolhas de sabão.

“Esta é uma sessão exclusiva para crianças. Não é uma sessão para adultos adaptada, mas um projeto totalmente desenvolvido com personagens de desenho animado. O roteiro foi especialmente desenvolvido pelo renomado roteirista da TV, Marcio Araújo. A máquina do planetário conversa com as crianças e os personagens também. Existe muita interatividade na aventura e trabalhamos o conceito de preservação da água, solo e ar. Para conquistar a atenção da criançada, usamos vários efeitos especiais e um sistema moderno de controle de imagens por computador”, disse João Paulo Delicato, coordenador do projeto.

A sessão é narrada pela própria máquina do planetário que, além de imitar o céu estrelado numa sala arredondada, mostra as principais estrelas. No projeto, existirão várias sessões com a turminha, cada uma abordando um tema.

Para o diretor da Fundação CEU, Antonio Augusto Rabello, a Turma Alto Astral chega para extrapolar os limites técnicos de uma sessão de planetário. “Por meio de desenhos animados queremos levar interatividade ao público infantil”, declara.

Como participar

As escolas interessadas em levar seus alunos a uma sessão da Turma do Alto Astral podem obter mais informações por meio do telefone (11) 3812.2112 (falar com Ana Paula) ou www.centroastronomico.com.br/altoastral

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Música e teatro de qualidade para a criançada, com entrada franca

Músicos como Hélio Ziskind e a dupla Sandra Peres e Paulo Tatit, da Palavra Cantada, são algumas das atrações do mês de outubro no Itaú Cultural. Os espetáculos fazem parte de uma programação especial para o público infantil, que começa dia 9, com espetáculos aos sábados e duas sessões aos domingos. Às sextas-feiras, os espetáculos são apresentados exclusivamente para crianças de casas-abrigo e escolas da periferia paulistana.

Em fase de comemoração de seus 10 anos recém-completados, a Palavra Cantada se apresenta dias 9 e 10 (sábado e domingo), às 16 horas. Aclamada pelo público e pela crítica pelo modo peculiar com que trata a nossa cultura, mostra mais uma vez o respeito à inteligência e à sensibilidade que marcam canções como Pindorama, Rato e os discos Canções de Ninar (1994), Canções de Brincar (1996), Cantigas de Roda (1996) e Canções do Brasil (2001).

Durante todo o mês, a sessão matinal dos domingos, às 11 horas, é reservada ao espetáculo interativo infanto-juvenil Contos e Cantos Populares Brasileiros, com o grupo Pé de Palavra. Formados no Núcleo de Arte-Educação da Universidade de São Paulo, eles contam histórias, cantam, dançam, propõem adivinhas e trava-línguas da tradição popular em um cenário cheio de cores e flores. No repertório, músicas próprias e cantigas de domínio público de diferentes regiões, como o maracatu pernambucano, o cacuriá maranhense, o carimbó paraense, a congada do Sudeste e o coco de todo o Nordeste. A obra do pesquisador Câmara Cascudo é referência para a mistura de contos e cantigas com brincadeiras, levando o público a participar do espetáculo.

Para os dias 16 e 17, às 16 horas, o pianista Benjamim Taubkin preparou um espetáculo especialmente para a programação. Acompanhado dos instrumentistas Stela Barbieri, Paulo Freire, Toninho Carrasqueira, João Taubkin, Ari Colares e do Núcleo de Música Abaçaí, apresenta o espetáculo Encontros e Encantos. No palco, eles contam a trajetória do compositor Pixinguinha. Por meio de jogos musicais e histórias, o grupo ensina às crianças estruturas e aspectos da música e do universo musical brasileiro, levando ao público noções de melodia, harmonia e ritmo.

O compositor Hélio Ziskind, autor de trilhas de programas infantis como Glub Glub, X-Tudo e Cocoricó, se apresenta dias 23 e 24, às 16 horas. Acompanhado das irmãs Tarsila e Tess Coelho, de 15 e 11 anos, e dos músicos Vicente Falek e Ivan Rocha, o artista pretende nos seus shows “construir uma ligação entre crianças e adultos, pais e filhos”, desenvolvendo shows para “criança gostar de música”. Ziskind recebeu quatro Prêmios Sharp: na categoria melhor disco infantil com Quero Passear (1988) e Meu Pé Meu Querido Pé (1998), e na categoria melhor canção infantil, com A Noite no Castelo (1988) e Sonho de Gibi (1995).

O espetáculo cênico-musical Murucututu encerra o Outubro da Criança no Itaú Cultural, dia 30, às 16 horas. O grupo Rodapião, formado pelos músicos Eugenio Tadeu e Miguel Queiroz, mostra arranjos delicados para canções da tradição popular brasileira e portuguesa, de autores como Antônio Madureira, Alvarenga e Ranchinho e Noel Rosa. Com uma instrumentação peculiar, o grupo utiliza chaves, pau-de-chuva, latinhas, frascos de plástico, além de viola caipira e flautas. Murucututu é o nome indígena dado a uma coruja do mato que, à noite, pia em busca de alimento. As mães indígenas invocam esse bicho para dar sono às crianças e, por isso, murucututu é considerada a mãe do sono.

Serviço

Outubro da Criança

Espetáculos infantis, de 9 a 30 de outubro, aos sábados e domingos.

Sala Itaú Cultural (270 lugares)

Entrada franca: ingressos distribuídos com meia hora de antecedência

Acesso para deficientes físicos

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149 – estação Brigadeiro do metrô

Tels. (11).2168.1776/1777

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Mês das crianças na cidade

Cinema para toda a família

Em outubro, a rede de cinemas UCI promove a “sessão família”, com preço especial nos fins de semana em oito complexos no Brasil. Em São Paulo, as duas primeiras sessões de sábado e domingo, com início entre 12h e 14h55, terão preço promocional de R$ 7,00 para qualquer filme e a criançada menor de 12 anos ainda paga meia-entrada, apenas R$ 3,50.

Na “sessão família”, a garotada poderá curtir o filme “O espanta tubarões”, nova animação em 3D da DreamWorks. É uma paródia dos filmes de gânsgter num cenário inusitado: uma verdadeira “metrópole submarinha” com ruas, casas e bares. O longa-metragem mostra a história de um peixinho que trabalha num lava-rápido de baleias, mas sonha melhorar de vida e, por isso, acaba metido em muitas confusões com a “máfia dos tubarões”. Na versão dublada, o ator Paulinho Vilhena empresta sua voz ao personagem principal, o malandro peixinho Oscar. Já na legendada, um time de estrelas de Hollywood dá voz aos bichanos: Will Smith, Angelina Jolie, Renée Zellweger, Robert De Niro, Martin Scorsese, Jack Black e Ziggy Marley. “O espanta tubarões” estréia no dia 8 de outubro.

Há ainda, em cartaz, produções nacionais como “Cinegibi: o filme da turma da Mônica” e “Didi quer ser Criança”. Também há sessões especiais com as versões dubladas da comédia animada “Nem que a vaca tussa”, do ogro mais simpático do mundo, em “Shrek 2” e do preguiçoso e divertido “Garfield”.

Oficina de pipas agita criançada no Parque da Mônica

Neste mês das crianças, além das atrações especialmente programadas para elas, o Parque da Mônica tem mais uma atividade para os pequenos. No próximo sábado começa a funcionar a Oficina de Pipas, na qual as crianças vão aprender a fazer pipas com diferentes formatos e cores.

A Parada das Mil e Uma Noites é a principal atração do Festival da Criança, que traz o gênio da lâmpada, o tapete voador, as tendas do deserto e vários outros elementos, transportando crianças e adultos para este universo mágico. O Festival promove ainda várias atividades como a interação de performáticos – bailarinas, perna de pau e mágicos – com as crianças além de oficinas de pipa e de pintura de rosto.

As crianças ainda vão poder aproveitar com os pais as diversas atrações do Parque da Mônica como Bate-Pneus, Cidade dos Carrinhos, Casa da Mônica, Casa do Louco, A Tumba do Penadinho, Carrossel e Engenheiros do Parque.

Serviço:

Horários de Outubro

De quarta à sexta, das 10h às 17h, aos sábados, das 10h às 21h e aosdomingos e feriados: das 10h às 20h

Informações: (11) 3093. 7766

Passaportes – R$ 27,90 crianças de 2 a 13 anos e R$ 19,90 adultos. (Menores de 2 anos e pessoas acima de 65 anos não pagam).

Planetário Mundo Estelar: no mês de outubro, criança não paga.

O Mundo Estelar conta com uma estrutura composta de Sala de Apresentações para 224 espectadores, com céu artificial, maquete dinâmica do Sistema Solar, projetores multimídia e vários outros efeitos especiais. Nesta sala são apresentadas programações diferentes para as diversas faixas etárias atendidas pelo Planetário (Sessão Infantil / Juvenil e Adulto).

A exposição está localizada num espaço de 300 m² com muitos painéis e maquetes. As crianças são sempre acompanhadas de monitores especialmente treinados, são levadas a conhecer fatos e curiosidades sobre vários ramos da astronomia.

Além disso, há o Planetário KIDS, um espaço especial para crianças com 250 m², onde são desenvolvidas varias atividades recreativas e educacionais com o tema focado na astronomia.

Serviço

Planetário Kids (3 horas de duração) – R$ 17,00

Sessão Infantil, Juvenil e Adultos – R$ 12,00

Endereço: R. Huet Bacelar, 407 – Ipiranga – São Paulo

Tel: (11) 273.550

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Aulas de surfe na piscina do Colégio Assunção

Quem nunca quis aprender a surfar? O Colégio Assunção (Alameda Lorena, 665 – Jardins) agora oferece essa possibilidade, mesmo que os alunos que estejam a quase 100km da praia. A partir do dia 18 deste mês, alunos da instituição e demais interessados poderão aprender os fundamentos básicos em aulas que serão realizadas na piscina do Colégio, com toda a segurança necessária e em um ambiente descontraído.

O Surfe, além de uma atividade esportiva é, segundo seus praticantes, fonte de muita aventura. Ele promove saúde e qualidade de vida de forma lúdica e prazerosa. Nas aulas, os alunos irão aprender desde fundamentos, como equilíbrio (como sentar na prancha, posição de remada, como subir na prancha, equilíbrio estático e dinâmico), a importância da força e velocidade da remada, técnicas para furar a onda (joelhinho e tartaruga); técnicas de apnéia (para aumentar a capacidade pulmonar e a resistência), além de técnicas de salvamento com e sem a utilização da prancha.

O programa prevê cinco aulas, quatro delas na piscina e uma na praia. Serão utilizadas quatro pranchas, de diferentes tamanhos e funções, e quem tiver o equipamento pode levá-lo na última aula, que será no mar. Nas aulas, coordenadas pelos professores-surfistas José Rodrigues de Moraes Junior, Rosemeire Santos Almeida, com suporte de Fábio Marcondes Pafetto e Cibele Aguiar Bonassi, deverão ser usadas bermuda e camiseta ou maiô e camiseta.

As aulas são destinadas a crianças a partir de 8 anos e acontecerão às sextas-feiras, às 17h45 e 19h15. O preço da mensalidade é de R$ 50,00 e as vagas são limitadas e abertas ao público (não é necessário ser aluno da escola para participar).

Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (11)3887.3433, ramal 227, com a coordenadora da natação do Colégio Assunção, Maria José Simões de Andrade ou através do e-mail natacao@assuncao.com.br.

fonte: aomestrecomcarinho.com.br

Planetário Mundo Estelar

Existem pessoas que são fascinadas por estrelas, cometas, a história do Universo. Se você é uma delas, que tal observar as principais constelações do hemisfério Sul, as estrelas e suas magnitudes, a Via Láctea, aglomerados, todos os corpos celestes (planetas, satélites, asteróides, meteoros)?

O Planetário Mundo Estelar (no bairro do Ipiranga) é o único em funcionamento em São Paulo e oferece uma programação diferenciada para cada faixa etária e uma exposição permanente (monitorada) com os temas Explorando Marte e Brasil na Corrida Espacial. Para tanto, contamos com uma sala de apresentações com capacidade para 224 espectadores, que possui um céu artificial, uma maquete dinâmica do Sistema Solar, projetores multimídia e vários outros efeitos especiais. Nesta sala são apresentadas programações diferentes para as diversas faixas etárias atendidas pelo Planetário.

Além da sala de apresentações há uma sala de exposição com 300 m² onde estão localizados muitos painéis e maquetes. Há monitores especialmente treinados para levar os alunos a conhecerem fatos e curiosidades sobre vários ramos da astronomia. Há também o Planetário KIDS, para atender à educação infantil. Com um espaço especial de 250 m², nele são desenvolvidas várias atividades recreativas e educacionais focadas na astronomia.

Programação

Sessão Infantil / Planetário Kids

Sábados, Domingos e Feriados, a partir das 14h.

Destina-se a crianças de 2 a 10 anos, e tem como objetivo introduzir conteúdos básicos de astronomia de forma lúdica e interativa, através dos recursos técnicos do planetário e de um espetáculo teatral de linguagem fácil e adequada à faixa etária. São 3 horas de brincadeiras, sessão, construção e lançamento de foguetes.

Exposição

As grandes conquistas da humanidade

Cronologia da conquista espacial

O Programa espacial brasileiro

Os benefícios da conquista espacial

A Exploração de Marte   Sessão Juvenil

Sábados, Domingos e Feriados às 17h.

Destina-se a adolescentes e público adulto e tem como objetivo despertar o interesse e possibilitar o contato com a astronomia.

Ingressos:

Crianças – R$ 17,00

Adultos – R$ 12,00

Endereço:

R. Huet Bacelar, 407 – Ipiranga – São Paulo

Tel: (11) 273.5500

fonte: aomestrecomcarinho.com.br