Falta de ar: causas físicas, emocionais e tratamentos

Falta de ar: um problema que não deve ser ignorado!

Dificuldades respiratórias podem estar associadas à emoções, algumas surgem devido a imprevistos, outras de um acúmulo de eventos que acabam influenciando o corpo. Uma delas é a falta de ar, alguns são mais suscetíveis a ela quando passam por uma situação de estresse ou ansiedade. Muitos recorrem a hospitais devido à sensação de que podem estar sofrendo de complicações pulmonares.

Causas físicas da falta de ar

Ao sentir falta de ar, consulte um médico, afinal, isso pode estar relacionada a doenças físicas que precisam de tratamento medicamentoso, e pode ser originado por asma, bronquite, ou insuficiência vitamínica, por exemplo, de B12.

Causas emocionais

Muitas vezes a falta de ar não está relacionada a causas físicas. Toda emoção, positiva ou negativa, tende a provocar uma alteração respiratória. Do mesmo modo, a respiração modifica as emoções. Portanto, é fundamental entender que os processos de respiração são dependentes das emoções, e vice-versa.

Exagerado, jogado aos teus pés…

O ato de intensificar uma situação, hábito inerente à natureza humana, pode gerar como consequência grave adoecimento, como um quadro de pânico, ansiedade, ou estresse crônico.

Alegria x tristeza

Os estados de tristeza e de alegria produzem tipos de respirações diferentes, por exemplo, a de uma pessoa que esteja vivenciando grande tristeza é densa e sofrida. Trata-se de um tipo de falta de ar dentro dos quadros de depressão.

Ansiedade

Algo muito comum nos quadros de ansiedade é a sensação de que a respiração não flui, nesse caso, ao perceber a existência de alguma situação perigosa, seja ela real ou não, o corpo desenvolve uma respiração rápida e superficial. Essa mudança pode afetar os batimentos cardíacos e os próprios pensamentos, deixando o indivíduo mais alerta a qualquer sinal de perigo presente no ambiente.

Caso esteja com uma falta de ar não diagnosticada por exames, não ignore-a! Não passe longos períodos sofrendo isoladamente e sem buscar a ajuda necessária.

Tratamentos

Ao sentir desconforto respiratório, é importante ser avaliado por um médico. Há grande probabilidade do problema resultar de um quadro de ansiedade, como o distúrbio do pânico, que gera sensação de asfixia, ou do próprio estresse, típico de quem trabalha muito.

Uma das alternativas de tratamento é voltada à melhora da respiração. O paciente é incentivado a praticar ioga, pilates, além de outras atividades que mantém o foco sobre a respiração enquanto os movimentos corporais são efetuados.

Outra estratégia é direcionada ao tratamento das emoções. Psicoterapias, como a cognitiva-comportamental, auxiliam quem sofre, por exemplo, de distúrbios de pânico ou ansiedade, e fazem com que o indivíduo perceba que sua respiração está muito intensa.

O consenso é que o tratamento deve ser combinado. Isso significa que corpo e mente devem ser tratados conjuntamente. Tratamentos exclusivamente respiratórios ou psicoterápicos não costumam ser o melhor caminho.

Respiração x coração

A respiração e o coração também estão relacionados. Há um aparelho muito utilizado nos Estados Unidos que demonstra o modo como a respiração afeta o coração. Para usá-lo, o médico conecta um sensor a um dos lóbulos da orelha do paciente, e um tablet passa a exibir gráficos da frequência cardíaca do paciente, indicando como ela é afetada pelos estados emocionais e o ritmo respiratório, e dessa forma, permite averiguar a respiração de quem, por exemplo, sofre de síndrome do pânico ou de ansiedade aguda.

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