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06/09
Por: Editor Brastemp
Na: Terça-feira
Robôs que desenvolvem a inteligência e sentimentos humanos já foram protagonistas de diversos filmes de ficção científica, como 2001: Uma Odisseia no Espaço, A.I., Eu, Robô e O Exterminador do Futuro. Mas já estamos no século 21 e o máximo que os robôs fazem é construir carros, jogar futebol e jogar xadrez. Pode colocar mais uma atividade típica humana na lista: pintar quadros.
É isso mesmo! O artista americano Benjamin Grosser desenvolveu um robô que pinta quadros. Sua inspiração (sim, a máquina também “capta” inspirações do ambiente, como seus equivalentes humanos), é o som do ambiente. A inteligência artificial capta os sons do local onde está e transmite para os braços mecânicos que dão as pinceladas. As cores de tinta que ela “escolhe” também dependem do som ambiente.
Grosser explica em seu site que teve a ideia ao perceber que, cada vez mais, nossas interações no dia a dia são mediadas pela tecnologia, pois estamos cercados pelos telefones celulares, mídias sociais e a internet. “Quando aumenta a complexidade, ou inteligência, desses sistemas, como essa inteligência evolui para fazer seu próprio trabalho, para suas próprias necessidades?”, questiona o artista.
A arte é uma das atividades que mais demanda inspiração, e quando um robô produz sua arte se inspirando no ambiente à sua volta, começamos a repensar o que essa palavra, que usamos tanto aqui no blog, significa. A inspiração pode ser muitas coisas. O que é pra você? Será que a inspiração da máquina robótica de pintar de Ben Grosser é autêntica? Comente!
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