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25/08
Por: Sarah Oliveira
Na: Quarta-feira
“Para mergulhar fundo em um universo, basta não pertencer a ele. Perceber é enxergar aquilo que te interessa e descartar o resto”. Essa foi a resposta do (diretor) Esmir Filho a um garoto gaúcho, num debate sobre seu longa Os Famosos e os Duendes da Morte, no Rio de Janeiro. A pergunta era como ele havia conseguido dissecar tanto a alma dos adolescentes que vivem no interior do Sul do país uma vez que ele é paulistano e sempre morou em São Paulo.
Esse distanciamento talvez até tenha permitido ao Esmir enxergar o que mais lhe interessa para poder passar no filme. É tipo olhar de astronauta: só de longe é que se percebe que a Terra é redonda, saca? Como o próprio filme diz,“é preciso atravessar a ponte para ver de fora”.
Nos últimos dias fiquei pensando muito nisso. A gente vai vivendo tão bitolado no nosso dia-a-dia que às vezes é muito mais fácil não pertencer a um “espaço” para percebê-lo e entendê-lo melhor.
Muita coisa nutre nossa alma e faz o coração bater mais rápido, mas nem sempre a gente tem condição de sacar o que está provocando essas sensações.
Depois dessa modesta reflexão, queria estrear minha participação neste blog apresentando um dos vídeos que mais me inspira…
Com vocês: “Ensaio Aberto”
ps1: Sou uma rata do youtube. Acho a melhor ferramenta da web
ps2: Esmir Filho, o cineasta citado acima é meu irmão do meio e o vídeo é dirigido por ele… um registro sobre a obra do artista plástico Henrique César, nosso irmão mais novo.
ps3: Reparem como a trilha é linda…
ps4: A criatividade de meus irmãos é minha maior inspiração
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@JeffersonAnjim Olá, Jefferson. Neste caso, é preciso agendar uma visita técnica para avaliação. Acesse http://t.co/phhdFRnM. Obrigado.
@KummitusBR Gustavo, avalie o produto após o reparo e, se precisar de ajuda, entre em contato conosco. Estamos à disposição.
@mister_marques Olá, André. Você agendou visita técnica para avaliação do seu ar-condicionado?
Show de bola a criatividade!
Recomendo a visualização do vídeo!
Sou seu fã Sarah lhe acompanho desde a MTV! Beijos!
Realmente…as coisas ficam muito mais claras quando são vistas de fora. Às vezes, durante, ou após toda a correria do dia-a-dia, é recomendável “parar…e olhar” (quase uma passagem bíblica) o que realmente fizemos ou estamos fazendo, e são essas pausas que nos acrescentam e nos ajudam, e nao o “piloto automático”. Enfim, adorei a reflexão! Parabéns!
Sarita! Que legal esse espaço!
Demais vc ter postado o Ensaio Aberto!
Saudades!!!
Adorei…arte e pensamento ate as ultimas consequencias, sentido interno e externo, obra e açao!
Acho que as coisas só podem ser vistas com clareza qdo vistas a uma certa distância mesmo. É por isso que antrológos costumam estudar culturas muito diferentes das suas próprias. Um antropólogo não pode ver com olhos “acostumados”.
E adorei o vídeo! Sou apaixonada por barquinho de papel. Faço até com papelzinho de chiclete… O barco gigante foi o máximo!
O melhor de um registro de uma obra de arte é oferecer às pessoas a possibilidade de imaginar e divagar na ideia original do autor.
Pra mim, muito mais que a beleza do vídeo, o q me emocionou foi a realização do barquinho. algo tão presente em minha infância… as dobraduras… barcos, aviões, chapéu, animais… com um pedaço de papel e criatividade, quem tem imaginção vai longe.
Ahhh a trilha é inspiradora.
beijos…
Será que ninguém pensou que estão sujando os rios…..eita povinho que não raciocina.
Pingback: SARA, ESMIR E HENRIQUE « Doidivana
Querida, pirei no cabeção! Adorei o video, o post e escrevi sobre ele no meu blog. Beijos
Grande vídeo! No final teve até um suspense no clima “will it float?” hehehehe