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Assim uma Brastemp

Não é assim uma Brastemp, mas tá valendo "tamém"!

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Tratamentos capilares: quais os melhores?

Quais são os melhores tratamentos para o cabelo?

 

Hoje o assunto é acerca dos melhores produtos e tratamentos capilares. Assim, se você estiver com os fios ressecados, quebradiços ou mesmo caindo em excesso, esse post é para você.

 

1) Óleo de rícino

 

Qualquer tipo de óleo vegetal é extremamente nutritivo para o cabelo, desde que ele seja puro, ou seja, sem a adição de outros compostos. Esse óleo pode ajudar o cabelo quanto à recuperação das porções lipídicas necessárias para que ele se mantenha forte.

 

Assim, o óleo de rícino contribui para o fortalecimento dos fios, combatendo a queda e principalmente a quebra dos fios. Logo, pessoas que possuam cabelos fragilizados, em virtude, por exemplo, da realização de algum procedimento químico capilar, podem recorrer a esse óleo para revigorar os fios.

 

Um dos principais motivos para utilizar o óleo de rícino é o crescimento dos fios. Isso ocorre porque ele também consegue estimular a circulação sanguínea no couro cabeludo, já que, quando ela está desestimulada, o cabelo não consegue absorver os nutrientes de forma satisfatória.

 

Não deixe de ler: A queda dos fios está sendo um problema para você? Conheça então o melhor shampoo para queda de cabelo. E saiba mais sobre a calvície, conferindo nosso post anterior.

 

2) Óleo vegetal de semente de uva

 

O óleo de semente de uva pode proporcionar vários benefícios, tantos estéticos quanto relacionados à saúde. Com relação aos benefícios concedidos à pele, vale destacar que ele é rico em vitaminas C, E e betacaroteno. Por ser bem denso, esse óleo é de fácil e rápida absorção cutânea, daí a explicação para ele fornecer tantos benefícios.

 

O óleo de semente de uva também atua no combate ao envelhecimento precoce da pele, evitando o surgimento de rugas, uma vez que age retardando o envelhecimento das células cutâneas. Ademais, esse óleo também colabora no combate à oleosidade e, consequentemente, contribui para evitar o aparecimento da acne.

 

Outro fator interessante se refere ao estímulo proporcionado por ele à elasticidade da pele. Esse óleo é muito bom para combater e prevenir as estrias. Assim, seja durante a gravidez ou perante alguma tendência a possuir estrias, a mulher poderá aplica-lo.

 

Com relação ao cabelo, pelo fato do óleo de uva ser muito umectante e nutritivo, o produto ajuda a inibir o ressecamento capilar, principalmente das pontas. O conjunto de vitaminas contidos nesse óleo também fortalece o cabelo, prevenindo a quebra dos fios, além de promover seu crescimento.

 

3) Shampoo "bomba" com Monovin A e Bepantol

 

Não há problema algum em adicionar o Betanpol ao shampoo, inclusive, há uma versão produto específica para os cabelos.

 

Quanto ao Monovin A, trata-se de um produto desenvolvido para uso veterinário, sendo utilizado em animais de grande porte, como cavalos. O produto cumpre bem a função de tornar o pelo mais bonito, forte e saudável, e por essa razão, ele é muito utilizado para fazer o cabelo humano crescer.

 

Primeiramente, é preciso destacar que o Monovin A não é de uso oral e nem injetável (modo de aplicação nos animais). Geralmente, as pessoas usam o Monovin A misturado ao shampoo visando hidratar o cabelo e fazê-lo crescer. Com relação à sua composição, basicamente ele contém vitamina A concentrada (uma quantidade bem elevada) e óleo de amendoim.

 

Alta concentração de vitamina A

 

Esses dois produtos (Monovin A e Bepantol) não são nocivos aos seres humanos, e assim, teoricamente, não haveria problemas em utilizá-los, porém, o problema ligado ao uso do Monovin A é em relação a sua excessiva quantidade de vitamina A e óleo de amendoim.

 

Assim, o uso inadequado do Monovin A pode acarretar intoxicação. O risco se deve ao alto poder de absorção do couro cabeludo, já que tudo que for aplicado sobre ele, acabará sendo liberado na corrente sanguínea e irá circular no organismo. Por essa, não é recomendado, por exemplo, que mulheres grávidas utilizem tinturas ou química sobre o cabelo, pois esses produtos/tratamentos podem, de fato, afetar o bebê.

 

A alta concentração dos componentes da fórmula do Monovin A dificulta o estabelecimento de uma dosagem segura para a aplicação do produto a ponto dele não causar nenhum prejuízo para o cabelo ou a saúde do usuário. Diante disso, é aconselhável que se priorize o uso de produtos específicos para o cabelo. Logo, se o intuito for adicionar vitamina A ao shampoo, recomenda-se adquirir ampolas correspondentes, pois elas possuem concentrações vitamínicas dentro de uma faixa relativamente segura ao corpo humano.

 

4) Relaxamento capilar e selagem simultânea

 

Todo procedimento realizado no cabelo e que envolva química capilar, seja relaxamento, selagem, descoloração, pintura, alisamento, entre outros, pode acabar danificando os fios. E dependendo da forma como são realizados, esses procedimentos podem provocar mais ou menos danos. Assim, existem, por exemplo, relaxamentos mais fortes ou fracos, porém, ambos podem prejudicar o cabelo.

 

Se o indivíduo realizar em um mesmo dia os procedimentos de relaxamento capilar, selagem, descoloração e pintura, há chance dos fios ficarem apenas ressecados ou risco do cabelo não suportar toda essa sequência química diária. Logo, é desaconselhável submeter o cabelo a um excesso de química em um mesmo dia.

 

Além disso, convém ressaltar que os procedimentos de relaxamento e descoloração são incompatíveis. O uso em conjunto não é recomendável, já que os procedimentos alteram a estrutura capilar. Em alguns casos, além da quebra, os fios poderão sofrer queda. Uma alternativa é buscar um processo de alisamento (ou relaxamento) que seja compatível com a descoloração. Porém, mesmo assim, esses procedimentos devem ser efetuados em datas bastante espaçadas.

 

Por fim, deve-se frisar que os danos proporcionados por esses procedimentos químicos capilares também são acumulativos. Assim, a cada nova aplicação, o cabelo se deteriora gradativamente até chegar o momento em que sofre uma ruptura.

 

Enviado por: Remédio para crescer cabelo

Será que estou ficando careca? Como saber?

Descubra como identificar se a queda de cabelo é realmente um problema para você, e se for, veja as maneiras mais eficientes de tratá-la. E vamos pra frente que atrás tem gente!

 

Até quantos fios é normal perder por dia?

 

Muita gente fica assustada com a quantidade de cabelo no ralo do banheiro, travesseiro, chão da casa etc. E logo vem a questão: será que estou ficando careca? Sabe-se que, em média, uma pessoa normal perde cerca de 100 fios de cabelo por dia, porém, essa quantia pode ser superior conforme a quantidade de cabelos presentes no couro cabeludo e a tração exercida sobre eles. O importante é que o nascimento de novos fios seja suficiente para equilibrar a contagem dos que estão caindo.

 

Geralmente, a queda dos fios se intensifica durante a lavagem e escovação do cabelo. As mulheres que possuem cabelos cacheados, por exemplo, tendem a perder muitos fios durante a escovação, pois os fios ficam presos entre os cachos.

 

Diferenças entre calvície masculina e feminina

 

Os homens geralmente perdem mais fios no topo do couro cabeludo, região onde o cabelo se torna mais fino, rarefeito e apresenta mudanças no calibre e na cor. Entretanto, geralmente os parietais permanecem cheios de fios.

 

Já as mulheres sofrem uma queda difusa em todo o couro cabeludo, e os fios afetados sofrem uma redução de seu tempo de vida, além de se tornarem mais finos, quebradiços e apresentarem variações de cor e ondulação. É comum que a risca existente na parte central da cabeça se alargue, deixando o couro cabeludo à mostra. Como essa perda é difusa e ocorre em todo o couro cabeludo, geralmente a mulher tem menos indicação para a realização de transplantes.

 

Outros fatores que provocam queda de cabelo em mulheres

 

Alterações no ciclo menstrual, Síndrome do Ovário Policístico, Hipotireoidismo e Hipertireoidismo também são fatores que podem acarretar queda capilar. O mesmo vale para dietas restritivas, as quais podem provocar carências nutricionais.

 

Cabe salientar que também existem doenças inflamatórias infecciosas do couro cabeludo, como lúpus e alopecia areata, que devem ser diagnosticadas pelo dermatologista por meio de exames efetuados sobre a região em questão.

 

Outros aspectos importantes que levam à queda capilar são o uso de antidepressivos e anfetaminas, medicamentos voltados para tratar a acne e estresse. Além disso, um dos efeitos colaterais ocasionados pelos remédios usados no tratamento do câncer é a queda de cabelo.

 

Como prevenir a queda de cabelo

 

O pull teste é um método bastante simples para verificar se a queda de cabelo pode ou não realmente ser um problema. Para realizá-lo, basta segurar cerca de 50 fios de cabelo na área supostamente afetada pela alopecia, e então efetuar suaves movimentos de tração. Se até 2 fios saírem, a suspeita da alopecia tem grandes chances de ser infundada, de 3 até 5 fios o resultado é duvidoso, e 5 fios ou mais significa que pode haver muitos fios telógenos, e nesse caso, recomenda-se uma investigação mais aprofundada da queda capilar.

 

É fundamental se consultar com um dermatologista que tenha conhecimento em patologias do couro cabeludo. Os exames hormonais são usados para mapear o organismo do paciente. Isso permite que, por exemplo, sejam identificadas carências nutricionais e disfunções hormonais (principalmente em mulheres) que possam contribuir para a referida queda.

 

Além dos exames hormonais, existe também o Tricotest. Trata-se de um exame de imagem em que o tamanho do couro cabeludo é ampliado em 200 vezes, enquanto o do fio é aumentado cerca de 50 vezes.

 

Também é possível constatar partes do couro cabeludo em que há ausência de bulbo capilar, o que pode ser observado devido à presença de manchas. Bulbos capilares são insubstituíveis, e é impossível de se estimular o nascimento de fios em bulbos fechados.

 

Existe uma solução definitiva para a calvície?

 

Não há uma cura definitiva para a calvície de origem genética, porém, há meios para retardá-la. Com relação aos tratamentos clínicos, o objetivo é reverter o grau de miniaturização dos fios, fazendo com que, cabelos finos que têm grande probabilidade de caírem devido à sua fragilidade, nasçam mais espessos e saudáveis.

 

Se o indivíduo já apresenta um grau de calvície avançado em que o tratamento convencional seja incapaz de proporcionar resultados satisfatórios devido aos bulbos atrofiados, há possibilidade de recorrer ao tratamento CNC (cabelo natural contato). Nele, após ser submetido a um teste de alergia, o paciente é encaminhado para uma consulta com o médico, que fará uma avaliação do couro cabeludo. Todas as informações relativas ao CNC são fornecidas apenas pessoalmente na clínica escolhida para realização do tratamento. [1]

 

Referências:

 

[1] http://calvicie.club/

Nossa respiração: como avaliá-la e como mudá-la

Esse é o segundo post que trata sobre nossa respiração e problemas decorrentes da falta de ar. Para ler o primeiro post clique aqui. Então, vamos ao que interessa! 

 

Como avaliar a respiração em casa

 

Para avaliar o estado da própria respiração, basta colocar uma das mãos sobre o coração, enquanto a outra deve ser posicionada na direção do umbigo. Feito isso, o indivíduo deve observar qual das duas mãos é mais movimentada pelo corpo. Nas respirações mais calmas, nota-se uma tendência da movimentação predominante em torno da região abdominal. Caso a mão situada sobre o coração seja a mais ativa, esse comportamento será um sinal de que se trata de uma respiração mais rápida e normalmente ligada a quadros de ansiedade.

 

Readaptação da respiração

 

Algumas pessoas extremamente agitadas se sentem desconfortáveis ao diminuírem sua frequência respiratória. Esse profundo incômodo se deve ao fato de que seu corpo já está habituado a respirar aceleradamente. Uma vez que nossa vida esteja muito atribulada e tensa, nosso corpo passa a entender que aquela é a forma certa de respirar.

 

Quando uma pessoa utiliza uma peça de vestuário durante muito tempo, com o tempo ela poderá ter a sensação de que aquela vestimenta foi feita sob medida. A respiração também tem essa capacidade plástica de se moldar ao estilo de vida do indivíduo. Logo, podemos tanto manter o corpo em um ritmo mais leve, lento e equilibrado, ou predominantemente acelerado, o que poderá acarretará o desenvolvimento de doenças.

 

As pessoas podem readaptar sua respiração paulatinamente. Nesse contexto, a prática de exercícios físicos é sempre recomendada, pois ela interage com os limites da respiração (máxima e mínima). Ademais, normalmente depois da atividade física o corpo tende a encontrar seu equilíbrio.

 

Respiração pausada

 

Atualmente, esse treino de respiração é realizado nos consultórios de psicoterapeutas, principalmente os que trabalham com a abordagem cognitiva-comportamental. O trabalho do bom psicoterapeuta consiste em guiar o indivíduo, estimulando-o a abraçar esse novo estilo de respiração.

 

Nos consultórios, os médicos podem ensinar os pacientes a fazerem uma respiração pausada. Para isso, o indivíduo deve prestar atenção à entrada e saída de ar de seus pulmões. Muitas vezes, esse exercício também pode ser uma forma de meditação. Com isso, a frequência cardíaca será novamente regularizada. Entretanto, se o indivíduo mantiver a respiração muito baixa, com o passar do tempo ele ficará sonolento, o que não é objetivo proposto. Com o tempo, os exercícios podem ser adaptados para que cada indivíduo possa encontrar o ritmo ideal.

 

A respiração ensinada nos consultórios consiste em uma respiração mais profunda e é chamada de diafragmática. Logo, sempre que o paciente relatar uma queixa sobre uma falta de ar não física, um dos primeiros elementos a serem trabalhados é o treino respiratório, que altera a química corporal responsável pela falta de ar.

 

O grande problema das práticas corporais é que elas são limitadas. Isso significa que, ao mudar a respiração, o paciente também precisa reestruturar os pensamentos que estejam correlacionados ao desenvolvimento do problema (falta ou excesso de ar).

Falta de ar: causas físicas, emocionais e tratamentos

Olá pessoal, em nosso primeiro post abordaremos um assunto muita das vezes tido como de pouca importância, mas fundamental para a nossa saúde: a nossa respiração e a falta de ar. Vem comigo! 

 

Falta de ar: um problema que não deve ser ignorado!

 

Existem dificuldades respiratórias que podem estar associadas às emoções. Muitas vezes, surgem imprevistos inimagináveis e surpreendentes. Em outras, não se trata de uma situação pontual, mas sim de um acúmulo de eventos que acabam influenciando o corpo, que reage de diversas formas. Uma dessas manifestações pode ser a chamada falta de ar. Algumas pessoas sabem que são mais suscetíveis a essa reação quando passam por uma situação que envolva estresse ou ansiedade, já outras suspeitam da existência de algum problema e recorrem a hospitais devido à sensação de que podem estar sofrendo de complicações pulmonares.

 

Causas físicas da falta de ar

 

Ao sentir falta de ar, a primeira recomendação é para que se busque por um médico, afinal, essa dificuldade respiratória pode estar relacionada a doenças físicas que precisam receber um tratamento medicamentoso. Nesses casos, o problema pode ser originado por asma, bronquite, ou insuficiência vitamínica. Sabe-se, por exemplo, que a deficiência de vitamina B-12 pode ser uma das causas orgânicas da falta de ar.

 

Causas emocionais

 

Grande parte da falta de ar sentida pelas pessoas não está relacionada a causas físicas. Muitas emoções, sejam elas positivas ou negativas, alteram a respiração. Isso acontece porque existe uma total interdependência entre a respiração e as emoções. Com isso, toda emoção tende a provocar uma alteração respiratória. Do mesmo modo, toda respiração gera uma modificação nas emoções. Portanto, é fundamental que as pessoas entendam que os processos de respiração são completamente dependentes das emoções, e vice-versa.

 

Exagerado, jogado aos teus pés...

 

O ato de intensificar uma situação, hábito inerente à natureza humana, pode acabar gerando como consequência um adoecimento mais grave, como um quadro de pânico, ansiedade, ou ainda estresse crônico.

 

Alegria x tristeza

 

Os estados de tristeza e de alegria produzem tipos de respiração diferentes, assim, por exemplo, a respiração de uma pessoa que esteja vivenciando uma grande tristeza é densa e sofrida. Trata-se de um tipo de falta de ar dentro dos quadros de depressão.

 

Ansiedade

 

Outra situação frequente é a falta de ar sem a presença de algum problema respiratório. O indivíduo fica com a sensação de que sua respiração não flui, algo muito comum dentro dos quadros de ansiedade. Nesse caso, ao perceber a existência de alguma situação perigosa, seja ela real ou imaginária, o corpo desenvolve uma respiração rápida e superficial. Essa mudança pode afetar os batimentos cardíacos e os próprios pensamentos, que se tornam mais alertas, tentando se atentar a qualquer sinal de perigo presente no meio ambiente.

 

Assim, caso você esteja sentindo uma falta de ar não diagnosticada por nenhum exame, não ignore o problema! As pessoas não devem passar um longo período de suas vidas sofrendo isoladamente e sem buscar a ajuda necessária.

 

Tratamentos

 

Ao sentir um desconforto respiratório, é importante que o indivíduo seja avaliado por um médico. Há grande probabilidade do problema ser resultado de algum quadro de ansiedade, como o distúrbio do pânico, que gera uma sensação de asfixia, ou do próprio estresse, típico de pessoas que estejam trabalhando muito.

 

Uma das alternativas iniciais de tratamento é voltada à melhora da respiração. Assim, o paciente é incentivado a realizar determinadas práticas, como ioga, pilates, além de outras atividades físicas que mantenham o foco sobre a respiração enquanto os movimentos corporais são efetuados.

 

Outra estratégia é direcionada ao tratamento das emoções. Em se tratando das psicoterapias, como a terapia cognitiva-comportamental, o objetivo é auxiliar as pessoas que sofram, por exemplo, de distúrbios de pânico ou ansiedade. Essa modalidade de terapia faz com que o indivíduo perceba que sua respiração está sendo muito exacerbada.

 

O consenso atual adotado no Brasil pela área de psicologia clínica cognitiva-comportamental é que o tratamento deve ser combinado. Isso significa que o corpo e a mente devem ser tratados conjuntamente. Tratamentos exclusivamente respiratórios ou psicoterápicos não costumam ser o melhor caminho.

 

Respiração x coração

 

A respiração e o coração também estão relacionados. Há um aparelho de última geração muito utilizado nos Estados Unidos que demonstra o modo como a respiração afeta o coração. Para usar o aparelho, o médico conecta um sensor a um dos lóbulos da orelha do paciente, em seguida sensor é conectado a um tablete, que por sua vez passa a exibir gráficos da frequência cardíaca do paciente, indicando como ela é afetada pelos estados emocionais e o ritmo respiratório. Dessa forma, o sistema permite averiguar qual é a respiração de uma pessoa que, por exemplo, sofre de síndrome do pânico ou que possua um estado de ansiedade muito agudo.

 

No próximo post, discutiremos meios de como avaliar a qualidade de nossa respiração e técnicas para readapta-la. Para conferir, clique aqui.